terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PLANEJAMENTO 3º ano do Ensino Fundamental

PLANEJAMENTO DE ENSINO 3º ano do Ensino Fundamenta



Os nossos objetivos para o 3º ano do Ensino Fundamental, são:

• desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades: física, estética, afetiva, cognitiva, ética, de inter-relação pessoal e de inserção social para agirem com perseverança na busca do conhecimento;
• compreender a cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres políticos, sociais e cívicos, adotando atitudes de solidariedade, cooperação, repúdios às injustiças, respeito ao outro e exigindo para si mesmo respeito;
• utilizar as diferentes linguagens – verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal – como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir as produções culturais em contextos, públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;
• perceber-se integrante, dependente e independente como agente transformador do ambiente;
• posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais;
• conhecer e utilizar diferentes fontes de informação, recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos.
A conquista dos objetivos propostos para os anos iniciais do Ensino Fundamental depende de uma prática educativa que tenha como meta à formação de um cidadão autônomo e participativo.
Nesta proposta os alunos constroem valores a partir de múltiplas e complexas interações.
Cada aluno é agente de seu processo de aprendizagem, enquanto o professor é mediador na interação dos alunos; o processo de aprendizagem compreende também a interação entre os alunos, socializando-os.
Há considerações a respeito do trabalho em sala de aula, que extrapolam as fronteiras de um tema ou área de conhecimento. Tais considerações evidenciam que o ensino não limita-se ao estabelecimento de um padrão de intervenção homogênea e idêntica para todos os alunos.
A prática educativa é complexa, pois o contexto da sala de aula traz questões de ordem afetiva, cognitiva, física e de relação inter-pessoal. A dinâmica da sala de aula é tal que mesmo uma aula planejada, detalhada e consistente dificilmente ocorrerá conforme previsto pois que diversas variáveis interferem diretamente na sua dinâmica, portanto, a versatilidade, será primordial característica de um bom plano.

Seguem-se alguns tópicos sobre a didática que consideramos essenciais em educação:

1. AUTONOMIA

A autonomia refere-se à capacidade de posicionar-se, elaborar projetos pessoais e participar enunciativa e cooperativamente de projetos coletivos, discernir, organizar-se em função de metas aceitas, governar-se, participar da gestão de ações coletivas, estabelecer critérios e eleger princípios éticos.
Como no desenvolvimento de outras capacidades, a aprendizagem de determinados procedimentos e atitudes, tais como: planejar a realização de uma tarefa, identificar formas de resolver um problema, formular boas perguntas e boas respostas, levantar hipóteses e buscar meios de verificá-las, validar raciocínios, mediar conflitos, cuidar da própria saúde e da dos outros, empatizar, isto é colocar-se no lugar do outro para melhor refletir sobre determinada situação, considerar as regras estabelecidas é o instrumento para a construção da autonomia.
O desenvolvimento da autonomia depende de suportes materiais, intelectuais e emocionais. No início da escolaridade, a intervenção do professor é mais intensa na definição desses suportes: tempo e forma de realização das atividades, organização dos grupos, materiais a serem utilizados, resolução de conflitos, cuidados físicos, estabelecimento de etapas para a realização de atividades. Também é preciso considerar tanto o trabalho individual como o coletivo-cooperativo.
O individual é potencializado pelas exigências feitas aos alunos para que se responsabilizem por suas ações, suas ideias, suas tarefas, pela organização pessoal e coletiva, pelo envolvimento com o objeto de estudo.
O trabalho em grupo ao valorizar a interação como instrumento de desenvolvimento pessoal exige que os alunos considerem diferenças individuais, tragam contribuições, respeitem as regras estabelecidas, proponham outras atitudes que propiciam o desenvolvimento da autonomia na dimensão grupal.

2. DIVERSIDADE

A educação escolar deve considerar a diversidade dos alunos como elemento essencial a ser tratado para a melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem.
Atender necessidades específicas de determinados alunos atentando para a diversidade: é atribuição do professor considerar a especificidade do indivíduo, analisar suas possibilidades e avaliar a eficácia das medidas adotadas, retomá-las e modificá-las conforme necessário.
Dessa forma, a atuação do professor em sala de aula considerará fatores sociais, culturais e a história educativa de cada aluno, como também características pessoais de deficiências, sensorial, motora, psíquica, ou de superdotação intelectual. Trata-se de garantir condições de aprendizagem a todos os alunos, seja através de incrementos na intervenção pedagógica ou de medidas extras que atendam às necessidades individuais.

3. INTERAÇÃO E COOPERAÇÃO

Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a assumir a palavra enunciada, a conviver em grupo de maneira cooperativa e produtiva.
Dessa forma, são fundamentais as situações em que aprendam dialogar, ouvir o outro e ajudá-lo, pedir ajuda, aproveitar críticas, explicar um ponto de vista, coordenar ações para obter sucesso em tarefa conjunta.
É essencial aprender procedimentos dessa natureza e valorizá-los como forma de convívio escolar e social.
A organização das atividades que favoreçam a linguagem, a escrita, como meios de reorganização e reconstrução das experiências compartilhadas pelos alunos ocupa papel de destaque no trabalho em sala de aula. A comunicação propiciada nas atividades em grupo levará os alunos a perceberem a necessidade de dialogar, resolver desavenças, ressaltar diferenças e semelhanças, explicar e exemplificar, apropriando-se de conhecimentos.

4. DISPONIBILIDADE PARA A APRENDIZAGEM

Para que a aprendizagem significativa aconteça, necessita-se disponibilidade para o envolvimento do aluno na aprendizagem, o empenho em estabelecer relações entre o que já sabe e o que está aprendendo, em usar os instrumentos adequados e conhecidos que dispõe para alcançar a maior compreensão possível. Essa aprendizagem exige uma ousadia para se expor problemas, buscarem-se soluções e experimentarem-se novos caminhos, de maneira totalmente diferente da aprendizagem mecânica na qual o aluno limita seu esforço apenas em memorizar ou estabelecer relações diretas e superficiais.
A disposição para a aprendizagem não depende exclusivamente do aluno, demanda que a prática didática garanta condições para que essa atitude favorável se manifeste e prevaleça.
A intervenção do professor precisa então garantir que o aluno conheça o objetivo da atividade, situe-se em relação à tarefa, reconheça os problemas que a situação apresenta, e que seja capaz de resolvê-los. Para tal, é necessário que o professor proponha situações didáticas com objetivos e determinações claros, para que os alunos possam tomar decisões pensadas sobre o encaminhamento de seu trabalho, além de selecionar e tratar ajustadamente os conteúdos.
A complexidade da atividade também interfere no envolvimento do aluno. Um nível de complexidade elevado, ou muito baixo, não contribui para a reflexão e o debate, situação que indica a participação ativa e compromissada do aluno no processo de aprendizagem. As atividades propostas precisam garantir organização e ajustes às reais possibilidades dos alunos, de forma que cada uma não seja nem muito difícil, nem muito fácil. Os alunos devem realizá-las numa situação desafiadora.
Aprender é tarefa árdua na qual se convive constantemente com o desconhecido. Para o sucesso, é fundamental que exista uma relação de confiança e respeito mútuo entre professor e aluno de modo que a situação escolar resolva todas as situações afetivas. Quando não se instaura na classe um clima favorável de confiança, compromisso e responsabilidade, os encaminhamentos do professor ficam comprometidos.

5. ORGANIZAÇÃO DO TEMPO

A consideração do tempo como variável que interfere na construção da autonomia permite ao professor criar situações em que o aluno possa, progressivamente, controlar a realização das atividades.
Através de erros e acertos, o aluno conscientiza-se de suas possibilidades e constrói mecanismos de auto-regulação que possibilitam decidir como distribuir seu tempo.
Portanto são importantes as atividades nas quais o professor apenas oriente o trabalho, cabendo aos alunos o planejamento e a execução, o que os levará a decidir e vivenciar o resultado de suas decisões sobre o uso do tempo.
As aulas se organizam por áreas com professores e tempo previamente estabelecido (horário escolar). É interessante lembrar que uma maneira de otimizar o tempo escolar é organizar aulas duplas, pois assim o professor terá condições de propor atividades em grupo que demandem maior tempo. (aulas curtas tendem a ser expositivas).

6. ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO

A organização do espaço reflete a concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola.
É preciso que as carteiras sejam móveis, que as crianças tenham acesso aos materiais de uso frequente, as paredes devem ser utilizadas para exposição de trabalhos individuais e coletivos, desenhos, murais e outros. Nessa organização considerar-se-á a possibilidade dos alunos assumirem a responsabilidade pela decoração, ordem e limpeza da classe. Quando o espaço é tratado dessa maneira, passa ser objeto de aprendizagem e respeito.
É importante salientar que o espaço de aprendizagem não se restringe à escola, sendo necessário propor atividades que ocorram fora dela (passeios, excursões, teatro, visitas).
No dia-a-dia deve-se aproveitar os espaços externos para realização de atividades cotidianas como ler, contar histórias, fazer desenho de observação, buscar materiais.
A organização do tempo e espaço reflete a concepção pedagógica e interferem diretamente na construção da autonomia.

7. SELEÇÃO DE MATERIAL

Todo o material é fonte de informação, mas nenhum deve ser utilizado com exclusividade. É importante haver diversidade de material para que os conteúdos sejam tratados de maneira mais ampla possível.
Não utilizar exclusivamente o livro didático.
Materiais de uso social frequente são ótimos recursos de trabalho, pois os alunos aprendem sobre algo que tem caráter social real e se mantêm atualizados sobre os acontecimentos mundiais, estabelecendo o vínculo necessário entre o aprendido na escola e o extraescolar. A utilização de materiais diversificados como jornais, revistas, folhetos, propagandas, computadores, calculadoras, filmes, fazem o aluno sentir-se inserido no mundo à sua volta.

8. AVALIAÇÃO

Compreendemos a avaliação como:
• elemento integrador entre a aprendizagem e o ensino;
• conjunto de ações cujo objetivo é o ajuste e a orientação da intervenção pedagógica para que o aluno aprenda da melhor forma;
• conjunto de ações que busca obter informações sobre o que foi aprendido e como;
• elemento de reflexão contínua para o professor sobre a sua prática educativa; (feed back)
• instrumento que possibilita ao aluno tomar consciência de seus avanços, dificuldades e possibilidades;
• ação que deve ocorrer durante todo o processo de ensino e aprendizagem e não apenas em momentos específicos caracterizados como fechamento de grandes etapas de trabalho.

Para obter informações em relação aos processos de aprendizagem é necessário considerar a importância de uma diversidade de instrumentos e situações, para possibilitar, por um lado, avaliar as diferentes capacidades e conteúdos curriculares em jogo e, por outro lado, contrastar os dados obtidos e observar a transferência das aprendizagens em contextos diferentes.
É fundamental a utilização de diferentes códigos, o oral, o escrito, o gráfico, o numérico, o pictórico, como forma de se considerar as diferentes aptidões dos alunos.

O professor pode realizar a avaliação através de:

• observação sistemática: acompanhamento do processo de aprendizagem dos alunos, utilizando alguns instrumentos, como registro em tabelas, lista de controle, ficha de avaliação instrumental (lição de casa e desempenho), diários de classe;

• análise das produções dos alunos: considerar a variedade de produções realizadas pelos alunos, para que se possa ter um quadro real das aprendizagens conquistadas;

• atividades específicas para a avaliação: nestas os alunos devem ter objetividade para expor sobre um tema, ao responder algumas questões. Para isso é importante, em primeiro lugar, garantir que sejam semelhantes às situações de aprendizagem comumente estruturadas em sala de aula; em segundo lugar, deixar claro para os alunos o que se pretende avaliar.

Os critérios de avaliação têm um papel importante, pois explicitam as expectativas de aprendizagem, considerando objetivos e conteúdos propostos para a área e ano.
A organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham boas condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social. Importante assinalar que os critérios de avaliação representam as aprendizagens imprescindíveis ao final de cada etapa e possíveis à maioria dos alunos submetidos às condições de aprendizagem propostas.
Os critérios não expressam todos os conteúdos trabalhados, mas apenas aqueles que são fundamentais para se considerar que um aluno adquiriu as capacidades previstas de modo a poder continuar aprendendo nas etapas subsequentes, sem que seu aproveitamento seja comprometido.


www. mec.gov.br
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Conteúdos do 1º bimestre Descritores
Diagramação da folha do caderno e paragrafação; D2
Ordem alfabética – vogais e consoantes; D1, 5, 17
Maiúsculas e minúsculas; D4
Gênero, número e grau dos substantivos; D16
Adjetivos (características ); D16
Pontuação: ponto final; dois pontos e travessão; D16
Gêneros literários: poema, histórias em quadrinhos, tirinhas, bilhete e cartaz. D12, 13, 14, 16, 18
Diálogo; D16
Regularidades da língua: f/v; t/d; p/b; c/g; /x/ch; m antes/p/b. D4
Iniciar leitura e interpretação de textos. D11, 13, 18, 19, 23


Conteúdos do 2º bimestre Descritores
Gênero, número e grau dos substantivos; D16
Rimas; D16
Pontuação: ponto final; dois pontos e travessão; D16
Separação e agrupamento de sílabas; D5, 25
Gêneros literários: poema receitas, legenda e convite. D12, 13, 14, 16, 18
Regularidades da língua: s e z final, s/z, ss/ç. D4


Conteúdos do 3º bimestre Descritores
Gênero, número e grau dos substantivos; D16
Sinônimo e antônimo; Uso do dicionário; D16
Consoante +l; consoante + r; D5
M antes de p e b; j/g; D5
Rimas; D16
Iniciar produção de texto. D26


Conteúdos do 4º bimestre Descritores
Gêneros literários: verbete, cartaz;
Uso do h; nh; lh; ch; ce e ci; ç e sons do x.
Revisão de conteúdos trabalhados.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE MATEMÁTICA



Conteúdos do 1º bimestre Descritores
Números hindus arábicos e romanos.
Números pares e ímpares.
Adição e subtração sem reagrupamento.
Situações problema de adição e subtração.
Formas geométricas espaciais



Conteúdos do 2º bimestre Descritores
Adição e subtração com reagrupamento.
Situações problema de adição e subtração.
Formas geométricas planas.
Medida de comprimento ( metro e centímetro).



Conteúdos do 3º bimestre Descritores
Multiplicação até 5.
Dobro e triplo.
Situações problema de adição, subtração e multiplicação.
Medida de tempo, uso do relógio.
Gráficos e Tabelas.



Conteúdos do 4º bimestre Descritores
Ideia de Divisão.
Multiplicação com reagrupamento.
Revisão de conteúdos necessários.



R



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE HISTÒRIA


Conteúdos do 1º Bimestre
Família.
Parentes.
Vizinhos.
Outros grupos de convivência.



Conteúdos do 2º Bimestre
Moradia.
Brincadeiras e Festas.
Meios de transporte.
Comunicação.



Conteúdos do 3º Bimestre
Diferentes modos de trabalhar.
O trabalho em diferentes épocas.
O trabalho infantil.
A necessidade de trabalho.




Conteúdos do 4º Bimestre
Comunidades Indígenas ( jeito de viver, trabalhar e aprender).
Convivendo com as diferenças ( iguais e diferentes).










CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE GEOGRAFIA



Conteúdos do 1º Bimestre


Quem sou eu? Família


Escola


Minha cidade. (ruas, serviços públicos.)


Algo do interesse das crianças.





Conteúdos do 2º Bimestre


Bairros.


Espaços Públicos.


Propriedades Particulares.


Áreas rurais e Urbanas.





Conteúdos do 3º Bimestre


Meios de Transporte ( Histórico e atualidade).


Trânsito (Sinais e Leis).


Minha cidade. (ruas, serviços públicos.).


Meios de Comunicação.





Conteúdos do 4º Bimestre


Paisagens (Interferência humana).


Meio Ambiente ( Problemas de Cambuquira).






CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE CIÊNCIAS


Conteúdos do 1º Bimestre


Os astros, o planeta Terra.


Movimento de Rotação, o dia e a noite.


As estações do ano.


O sistema solar, luz e sombra.





Conteúdos do 2º Bimestre


Vento, o ar em movimento.


Força do vento.


Solo, permeabilidade e poluição.


Produção do solo.





Conteúdos do 3º Bimestre


Água e saúde.


Ciclo da água.



Estados Físicos da água.


Águas de Cambuquira, água e saúde.





Conteúdos do 4º Bimestre


Nascimento de um rio.


Partes de um rio.

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Um comentário:

  1. Prezado/a Professor/a,

    Faço a divulgação destes livros sobre Pedagogia na expectativa de que algum lhe possa interessar. Agradecia que fizesse a divulgação pelos seus contactos. MUITO OBRIGADO.

    - 50 Técnicas de Avaliação Formativa, José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2012
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html
    - O Professor faz a Diferença. Na aprendizagem dos alunos. Na realização escolar dos alunos. No sucesso dos alunos. José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2010
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html
    - A aprendizagem cooperativa na sala de aula. Um guia prático para o professor. José Lopes & Helena Silva, Lidel, Edições Técnicas, Lda, 2009
    http://www.fca.pt/lidel_index2.html

    - Métodos de aprendizagem cooperativa para o jardim-de-infância (Educação Infantil). Um guia prático com actividades para os Educadores de Infância e para os Pais. José Lopes & Helena Silva, Areal Editores, 2008.
    http://www.wook.pt/ficha/metodos-de-aprendizagem-cooperativa-para-o-jardim-de-infancia/a/id/1430210
    Podem ser adquiridos na Livraria Saraiva - http://www.livrariasaraiva.com.br; zambonibooks@terra.com.br; Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br
    Com os melhores cumprimentos,
    José Lopes jlopes@utad.pt
    Professor associado de psicologia da educação e da aprendizagem
    Departamento de Educação e Psicologia
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Vila Real
    PORTUGAL

    Helena Silva helsilva@utad.pt
    Professora associada de metodologia de ensino das ciências
    Departamento de Educação e Psicologia
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Vila Real
    PORTUGAL

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