segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A IMPORTÂNCIA DA AFETIVIDADE NA VIDA DO EDUCADOR.


A IMPORTÂNCIA DA AFETIVIDADE NA VIDA DO EDUCADOR.


1- PROBLEMA
Como a afetividade entre aluno e professor pode auxiliar o educando em sua aprendizagem gradativa no seu dia a dia?

2- JUSTIFICATIVA
O presente trabalho tem como proposta elucidar as idéias existentes acerca do conceito afetividade na vida escolar do Educador e Educando.
Consideramos a afetividade um dos instrumentos básicos para o desenvolvimento da aprendizagem cognitiva dos educandos e a necessidade afetiva para o desenvolvimento das crianças e o seu convívio social.
Ressaltando a importância do papel da família no desenvolvimento afetivo do indivíduo, pois a estrutura familiar influência na aprendizagem do educando.



3- OBJETIVOS
3.1 Objetivo geral
O objetivo geral do estudo será o de apresentar a experiência professor-aluno para que seja significativa, deve ser permeada por afetividade, já que cognição e afeto caminham lado a lado na trilha do conhecimento humano.

3.2 Objetivo específico
Este artigo tem por objetivo específico descrever como o profissional deve exercer o papel afetivo na educação.
• Prevalecer o bom senso do educador a respeito da utilização de novas técnicas na aprendizagem, ressaltando a necessidade da existência de relações educacionais no ambiente da sala de aula.
• Compreender o quanto a falta ou o excesso de afetividade da família pode ajudar ou prejudicar os alunos no seu processo de aprendizagem.
• Respeitar o aluno na sua individualidade, promovendo o sócio interacionismo e a afetividade na vida do educando.
• Entender as formas de afetividade que o educador deverá usar, para auxiliá-los.


4- HIPÓTESES
Para uma completa realização é necessário buscar a compreensão e a afetividade durante todo o processo ensino-aprendizagem.
A afetividade no relacionamento entre educador e educando cria uma esfera de solidariedade, enriquecendo a emoção e resgatando o sentido da vida, de maneira que um mundo mais igualitário seja construído por todos.
O sentimento de afeto no processo ensino aprendizagem oferece ao educando condições não só de ter e sim de ser capaz, tendo-lhe a nortear o caminho e a clareza de que, ainda que se domine todas as tecnologias científicas, todo conhecimento cultural, sem afeto , sentimento que aproxima os homens que da sentido à vida, levando respeito, dignidade e igualdade, o homem nada será.
O equilíbrio afetivo da família desempenha papel fundamental, contribuindo de forma motivadora para o rendimento social, afetivo e escolar.


5- METODOLOGIA
A metodologia de trabalho desta pesquisa, portanto tem como referencia a importância da afetividade como aspecto fundamental para a educação e formação do indivíduo.
Tratar o aluno com afeto não significa tratá-lo com beijos, abraços ou procurando agradá-lo, significa apenas que devemos acordar e formar atitudes que nos leve a sair de nossa indiferença porque essa indiferença é justamente a falta de afetividade.
Teoricamente é possível desenvolver propostas de ensino-aprendizagem que valorizem os aspectos afetivos.
Temos a convicção que ensinar trata-se de um ato de amor e coragem, desprendimento para aceitar o outro como ele realmente é, respeitando seu conhecimento e sua individualidade.
Faz-se necessário que os pais se impliquem nos processos educativos dos filhos no sentido de motivá-los afetivamente ao aprendizado.
REFERÊNCIAS
- PIAGET, J. A psicologia da criança. São Paulo/Rio de Janeiro: DIFEL, 1980.
- TIBA, Içami. Disciplina, limite na medida certa. São Paulo:1ª ed. - Editora Gente, 1996.
- WADSWORTH, B. J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. 2. ed. – São Paulo: Pioneira, 1993.
- WALLON, H. Psicologia e Educação da Criança. São Paulo, Atica, 1982
- ANTUNES, C. Alfabetização Emocional. São Paulo: Terra, 1996.
- GOMES, I. R. de L. A escola como espaço de prazer São Paulo: Summus, 2000.
- MALDONADO, M. T. Aprendizagem e Afetividade: Leituras Psicológicas da Construção
- SALTINI,Claudio J.P. A Afetividade Inteligencia: A emoção na Educação, 4ª Edição. Rio de Janeiro: DP&A, 1999.
- MARCHAND, Max. A Afetividade do Educador. (Tradução de Maria Lúcia Spedo Hildorf Barbanti, Antonieta Barini): Summus Editorial, 1985.
- ARANTES, V. A. Cognição, Afetividade e Moralidade. Educação e Pesquisa. São Paulo: jul/ dez, 2000.
- LEITE, S. A. da S.; TASSONI, E. C. M. A afetividade em sala de aula: As condições de ensino e a mediação do professor: in: AZZI, Roberta G. e SADALLA, Ana M.F. de A. (orgs). Psicologia e Formação de docentes: Conversas e Desafios. São Paulo: Casa do Psicologo, 2002.

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